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2: Que características devem cumprir os cabos em relação com o CPR?

Porque é que os cabos estão afetados pelo CPR?

O Regulamento CPR define como produto da construção todos aqueles destinados a serem incorporados de forma permanente às obras de construção em sentido amplo, sendo considerados não só edifício, mas também obras de engenharia civil.

Os cabos foram considerados um produto da construção, sendo os únicos produtos elétricos classificados como produto da construção. Portanto, são incluídos os cabos de energia, de telecomunicações, dados e controlo. Estão excluídos aqueles cabos destinados à ligação de aparelhos ou de cablagem interna de equipamentos ou aparelhos elétricos e todos os cabos que não sejam utilizados como cabos para a construção.

Que características devem cumprir os cabos em relação com o CPR?

O CPR regula e estabelece as características que devem cumprir os materiais de construção perante o fogo. Por isso, aos cabos afetam-lhes apenas as especificações de segurança em caso de incêndio (resistência e reação ao fogo) e substâncias perigosas (emissão e conteúdo), ficando o resto de características técnicas definidas nas normas habituais.

A reação perante o fogo de um cabo tem três aspetos relevantes: em primeiro lugar a contribuição para a propagação do fogo pelo calor emitido na própria combustão do cabo e pelo desprendimento de partículas incandescentes; em segundo lugar, a quantidade e transparência dos fumos emitidos; e por último a acidez dos gases desprendidos.

Podemos definir a resistência ao fogo como a capacidade que um cabo tem para manter o serviço elétrico de uma instalação durante um incêndio. Quanta maior resistência tiver um cabo ao fogo, mais fácil será manter em funcionamento os serviços de emergência, e portanto permitir a evacuação e desalojamento. A norma que irá desenvolver este aspeto encontra-se ainda em fase de rascunho.

Finalmente, a declaração de substâncias perigosas, emissão e conteúdo das mesmas, indica que componentes e em que proporção são emitidos em condições normais de utilização, não de incêndio, pelos cabos, com o objetivo de preservar o Ambiente. Na DdP de cada produto deve indicar-se que se teve em conta o conteúdo de substâncias perigosas, mesmo que neste momento não haja critérios definidos para a determinação das mesmas.

Em conclusão, dos três aspetos contemplados pelo CPR, neste momento o mais relevante é o da reação perante o fogo e de maneira enunciativa a declaração de substâncias perigosas, ficando o aspeto de resistência ao fogo pendente de desenvolvimento legal.

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